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Quinta-feira, 22/7/2010 por Supernanny
Crianças agressivas. De onde vem a influencia?
A família de Renata e Ricardo sofria com a agressao do Lucas. e principalmente Nathália, a irma mais velha, na qual ele descarregava toda sua violencia. A mae nao conseguia impôr limites, o pai timidamente impunha um pouco mais de respeito. E Lucas fazia e desfazia do jeito que ele queria, quando ele queria. Inaceitável!!

Mas aonde estava a fonte de tanta violencia e agressao que dirigia a vida do Lucas? Nos jogos de video game que ele jogava compulsivamente desde que acordava até a hora de dormir. Os pais nao tinham noçao do que ele estava sendo "alimentado" diariamente. Teve que haver uma conscientizaçao do sério problema de parte dos pais para que os limites começassem a serem colocados na vida desse menino de 8 anos. Durante a minha permanencia na casa começou o processo de mudança que espero continue com convicçao, firmeza e perseverança.

Um abraço
Cris Poli
Sexta-feira, 16/7/2010 por Supernanny
 Família linda, pais seguros
 Samara e André foram pais na adolescência. A Bruna é filha desse relacionamento inexperiente. Porém eles não se separaram mas construiram uma família juntos. Depois de um tempo nasceram Mateus e Moisés. Um família linda mas com pais muito inseguros sobre a forma de educar os filhos. E sabem de uma coisa? Bruna, agora com 14 anos, já está namorando. Vocês podem imaginar o medo desses pais de que a história deles se repita na filha. Muito estresse nessa família, falta de relacionamento verdadeiro, apatia, tensão e tristeza.

Convidei a Dra. Albertina Duarte, ginecologista e a Dra. Ione Julien, psicóloga para conversarem com o casal e com a filha. A intervenção delas foi muito importante porque elas desenvolvem um trabalho muito interessante com adolescentes e tem bastante experiência no assunto. As duas ficaram sensibilizadas com a situação da família e deram valiosas orientações para os pais e para a Bruna tambem. Foi um tempo precioso que, com certeza, será aproveitado para contribuir com as mudanças propostas por mim para a família.

Antes de eu ir embora dessa casa muitas coisas já tinham mudado mais a maior de todas as mudanças foi a do pai que saiu de sua ausência e apatia para se tornar um pai presente e colaborador.

Um forte abraço para todos
Cris Poli
Segunda-feira, 12/7/2010 por Supernanny
É possível manter a ordem com 5 filhos em casa!
Cinco filhos são suficientes para trazer bagunça e preocupação para qualquer família. Essa era a realidade da família da Cris e do Ricardo. O que fazer? Por onde começar? Sem dúvida trazendo organização e limpeza para a casa. Chamei toda a família e junto com a equipe que levei, coloquei todo mundo para trabalhar.

É bom participar e colaborar, faz bem para a unidade familiar. Cozinha, quartos, sala, jardim, tudo foi transformado para ficar bonito e aconchegante.

Depois chegou a vez da rotina, das regras, da disciplina e do incentivo. Então, tudo começou a entrar nos eixos. Que bom! Que alegria! Que satisfação ver tanta mudança em tão pouco tempo!

Missão cumprida.

Um beijo grande para todos.

Cris Poli
Sexta-feira, 2/7/2010 por Supernanny
Criatividade é fundamental
Bianca, Luis, Raul e Otto formam uma linda família sem grandes problemas, mas com algumas dificuldades que precisavam ser resolvidas para que a harmonia reinasse entre eles. Um dos problemas era a interferência da avó materna, que morava nos fundos da casa, na educação dos meninos. Como foi resolvido? Com uma conversa sincera entre mãe e avó e umas regras que estavam faltando na família.
 
Outro problema: a hora do banho. Era um chororô continuo. O Luis é uma pessoa criativa e tentava amenizar a situação brincando de lava rápido. O que eu fiz? Incrementei a idéia dele! Com cartazes e adesivos montei um lava-rápido de mentirinha no banheiro!! Todos adoraram e... acabou o drama na hora do banho.
 
O Raul tinha problemas com o xixi e o cocô: não queria fazer no vaso. Levei um penico com musiquinha, um quadro do incentivo para cada vez que fizesse xixi e cocô no penico e pedi para criar a dança do xixi, junto com os pais músicos, para comemorar cada vez que usasse o penico. Sucesso absoluto!!
 
Os pais precisam ser criativos e desenvolver métodos como esses ou outros que ensino no programa para resolver os problemas com os filhos.

Tive notícias da família um tempo atrás com a visita das Mini Nannys, do programa da Eliana, na casa do Raul e do Otto, e sei que todos estão muito bem. Que alegria!
 
Parabéns querida família!!
Um superbeijo para todos.

Cris Poli

+ Quer ter as regras e rotinas da Supernanny na sua casa? Saiba como!
Sexta-feira, 25/6/2010 por Supernanny
Mudanças só com determinação dos pais 
+ Confira vídeo especial de estímulo à vida

Fui até Niterói para visitar a família de Cristina e Mauro e ajudá-los a organizar a casa e a mudar o comportamento dos lindos filhos Gabriel e Carolina. Tive bastante trabalho na casa e aconteceram grandes mudanças na dinâmica da família e na conscientização dos pais sobre a responsabilidade deles na educação dos pimpolhos.
 
Um problema que eles apontaram era que os filhos não queriam comer e não se alimentavam direito. Havia outra queixa, que eles não dormiam bem e que mamavam a noite toda.

Durante a observação, descobri o problema e a relação entre uma queixa e a outra. As crianças mamavam 7 mamadeiras com leite e três tipos de farinha durante a noite e, quando acordavam, não tinham fome durante bastante tempo já que estavam super alimentadas com tanta quantidade de alimento ingerida durante um tempo que é para descansar e fazer a digestão. Como fazer para que os pais ficassem chocados com o procedimento e decidissem mudar radicalmente?

Calculei quanto leite e quanta farinha os filhos ingeriam durante a noite, enchi recipientes e mostrei para eles junto com a opinião de um pediatra nutricionista que também consultei.  Deu certo!! Eles ficaram chocados e envergonhados pela situação. Somente preciso acrescentar que o problema não parava por ali, já que os pais dormiam num colchão no chão do quarto das crianças com todas as mamadeiras prontas, porque tinham que levantar tantas vezes durante a noite para preparar o alimento que não aguentavam mais.
 
Solução: parar com tudo isso pelo bem de toda a família, aguentar o choro que, com certeza, viria no começo e ficar firmes como casal entendendo que era o melhor para os filhos.
Para surpresa dos pais, a mudança deu menos trabalho do que parecia no começo. O segredo? A convicção dos pais sobre a necessidade dessa mudança e a unidade e determinação do casal. Parabéns!!!!
 
Tive notícias da família desde então e sei que estão bem e que continuam firmes na nova dinâmica da casa.
Beijos para vocês Cris, Mauro, Gabriel e Carolina.
Com carinho,
Cris Poli
Sexta-feira, 18/6/2010 por Supernanny
Falta de limites gera insegurança 
Fui até Porto Alegre com minha equipe para visitar a família da Priscila e do Luciano. Eles tem duas lindas filhas, Ana Carolina e Maria Clara (6 e 4 anos na época) e moram numa casa não muito grande mas com bastante área para elas brincarem.
 
O grande problema dessa família é a falta de autoridade dos pais e a necessidade de colocarem limites nas meninas. Nesse caso havia um problema de saúde antigo da Ana Carolina que justificava o medo dos pais em tomarem essa iniciativa, achando que alguma coisa podia acontecer com a filha. Diante dessa situação e antes de tomar qualquer atitude e de ensinar métodos de disciplina, decidi consultar um especialista que avaliou o caso e orientou os pais a não se preocuparem com a filha, já que isso era coisa do passado e a menina estava em ótimas condições de saúde. E ele acrescentou que era pior não colocarem limites na Ana Carolina ( e consequentemente na Maria Clara!) já que podia prejudicá-la muito mais.
 
Ótima lição para os pais em geral que acham que colocar regras, limites, disciplina e rotina para os filhos não é bom e os deixa com medo de "perder" o amor dos pimpolhos. Prestem atenção: crianças sem limites se tornam adultos inseguros e desorientados.
Houve uma grande mudança nas meninas a partir desse momento de conscientização dos pais. Mais uma vez o trabalho maior foi com eles.
 
Deixei Porto Alegre com alegria no coração.
Desejo tudo de bom para vocês, querida família.
Um beijão cheio de saudade.
Cris Poli
Sexta-feira, 11/6/2010 por Supernanny
Educar é responsabilidade dos pais
Gisele e Regis moram numa casa bonita e confortável. Tem três filhos lindos: Alice, Victoria e Victor, uma babá e uma empregada. Uma ótima estrutura para tomar conta da casa e ajudar com o dia a dia dos três pimpolhos. Qual é o problema então? A ausência dos pais na educação dos filhos. Sim, papai e mamãe trabalham muito o dia todo, fora e dentro de casa, durante a semana e no fim de semana também. E os três filhos? Ficam aos cuidados da babá e da empregada.
 
Esse é um problema muito comum entre pais que trabalham  em excesso e DELEGAM a educação dos filhos a outras pessoas que estão ali não somente para AJUDAR, mas para assumir a educação dos filhos dos outros. Mais uma vez repito: a responsabilidade da educação dos filhos É DOS PAIS.
 
Na casa da Gisele e do Regis essa era a situação e, durante o tempo em que estive na casa, fiz de tudo para que eles entendessem isso. Os métodos foram direcionados para suprir essa carência familiar, o confronto foi direcionado nesse sentido, enfim, tudo apontava para que os pais entendessem minha colocação. Não foi fácil, havia muita resistência principalmente da parte do pai.
Durante os dias em que fiquei fora da casa observando o comportamento deles, conforme o que tinha ensinado, fiquei muito triste porque vi que, o pai principalmente, não seguiu minhas orientações. A Gisele se esforçou, mas faltou a colaboração do esposo. Que pena!! Porque as crianças estavam precisando dessa virada e já tinham começado a mudar o comportamento.
 
Encontrei a Gisele com as meninas uns meses atrás e ela me disse que as coisas estavam bem melhor com as crianças. Ela percebeu com o tempo muitas coisas que eu tinha apontado. Mas o pai.....
Espero que com o passar do tempo as coisas continuem mudando nessa casa para o bem de todos, sem exceção.
Um beijo grande para todos vocês do fundo do coração.
Cris Poli
Quarta-feira, 2/6/2010 por Supernanny
O poder dos elogios
Visitei a família da Flávia e do Alaor, em São Bernardo do Campo, há algum tempo e quando cheguei na casa encontrei 3 crianças, Luana, Luiza e Victor, muito agitadas, desobedientes e desafiadoras. Dos 3 irmãos, a Luana era a líder e a que incitava os outros à bagunça e à desobediência. Eles faziam coisas incríveis como subir nos móveis da sala como macacos e pular de sofá em sofá arremessando as almofadas.
Tive um grande trabalho para colocar limites e regras nas crianças, mas o trabalho maior foi com os pais. Conseguir organizar o dia da Flávia não foi fácil e ela foi bastante resistente a obedecer a rotina e a seguir minhas orientações.
 
O pior de tudo foi observar como os pais rotulavam a Luana com palavras negativas e como eles eram resistentes a mudar essa atitude. É verdade que a Luana era a que mais os desafiava, a que mais desobedecia e a que mais os irritava e tirava do sério. Mas eles deviam entender que tinham que reformular sua atitude e começar a elogiar a filha nas pequenas/grandes mudanças que já tinham começado a acontecer nela, fruto de limites, regras, incentivos e disciplina. Essa dificultade dos pais minou o resultado positivo dos métodos levados para essa família. Que pena!
 
Os pais precisam aprender a elogiar, incentivar e valorizar o esforço dos filhos com palavras e comentários positivos.
 
Um super beijo e meus melhores desejos para todos vocês.
Cris Poli

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